Cruzamentos

segunda-feira, abril 28, 2014

ÚLTIMA HORA: Cruzamentos multimédia.

Hoje, em Lisboa, na Rua de Santiago, depois da pintura de Mondrian e da escultura de Brancusi, vai haver cinema abstracto. Se o tempo (não a metereologia, mas as duas horas semanais a que fomos reduzidos) o permitir, também vamos procurar estabelecer ligações entre a música atonal e a arte abstracta.

Sessão aberta e gratuita.

Procurem-se materiais de apoio no blog, com a ajuda das etiquetas pertinentes.

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segunda-feira, abril 07, 2014

Hoje há cinema nos Cruzamentos

Abel Gance (1889 - 1981), La Folie du Docteur Tube, França, 1915

A partir das 21 horas, há cinema no ar.co. Como já é costume, estão todos convidados, inscritos ou não, alunos do ar.co e os outros todos. Na Rua de Santiago nº 18.

Consultem a etiqueta "Cinema" e, sobretudo, a entrada de 21 de Março de 2011 deste blog.

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quarta-feira, maio 22, 2013

Aleksandr Medvedkin (1900-1989), fotograma de Schastye (Felicidade), U.R.S.S., 1935

Mais uma sessão de cinema no Ar.Co: hoje, a partir das 21 horas, no Salão do nº 18 da Rua de Santiago. Sessão aberta a todos os interessados. Na aula de hoje, o cinema partilhará o tempo com a arquitectura e na próxima aula partilhá-lo-á (provavelmente) com a música.

O que nos continua a interessar é a interrogação dos mecanismos que fazem "arte", bem como a exploração de processos aleatórios, o interesse por métodos e materiais exteriores à tradição das Belas Artes, a atenção às condições psicológicas de criação e recepção da obra, o interesse pelos materiais enquanto matéria. São percursos que temos percorrido orientando-nos por Marcel Duchamp, os vários movimentos Dada, Tatlin e os construtivistas, o De Stijl e os Surrealismos de Breton e Bataille.

Explorem as etiquetas que acompanham o presente "post" para acederem a mais informação no "blog".

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quarta-feira, abril 10, 2013

Hans Richter (1888-1976), Film ist Rhythmus, Alemanha, 1923: fotograma do título, agora pré-datando a fita, como Rhythmus 21

Hoje, há mais uma sessão de cinema nos Cruzamentos, no Salão do Ar.Co da Rua de Santiago nº 18, em Lisboa: o cinema "abstracto" como pintura em movimento e em proximidade da música (pela temporalidade e ausência de um referente exterior). Não é necessário ser aluno do Ar.Co para assistir. A sessão começa às 21 horas.

Recomenda-se um passeio atento pelo blog (vejam-se as etiquetas "Cinema" e "Abstracção".), podendo a entrada "Abstracção, movimento, música, máquina: cinema" (2009) servir de guia ao percurso.

Nos Google Documents, o PDF "Cinema e Vanguardas" oferece uma lista geral de filmes e uma bibliografia para as aulas sobre o cinema da primeira metade do século XX. Uma correcção se exige, desde já e tardiamente: a fita de Hans Richter conhecida sob o título Rythmus 21 (e, anteriormente, pelo de Film ist Rhythmus) não será de 1921, mas de 1923Entrada (cf. o muito útil texto de Christine Noll Brinckmann, "Collective Movements and Solitary Thrusts: German Experimental Film 1920-1990", Millenium Film Journal, No. 30/31, Fall 1997, citado na referida entrada de 2009).

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segunda-feira, março 18, 2013

Hoje há cinema no Ar.Co


"1ª Semana de Aviação", Alfredo Nunes de Matos (produtor executivo), Invicta Film (Porto), Portugal, 1912, 35 mm, PB, sem som. Cinemateca Portuguesa

Hoje, a partir das 21 horas, há cinema no Salão do Ar.Co, na Rua de Santiago nº18, em Lisboa: são todos bem-vindos.

A  sessão é dedicada (unilateralmente: eles não sabem...) à Cinemateca Digital.

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segunda-feira, abril 23, 2012

Hoje: Cinema e "Abstracção"

Stan Brakhage (1933-2003), Garden Path, 2001. Também na
UbuWeb

Imagens em movimento sem referente exterior: hoje, no Salão do Ar.Co, a partir das 21 horas.

Mais informações na etiqueta "Cinema" e em entradas anteriores, com destaque para "Abstracção e cinema: pintura em movimento, música visual" (2007) e "Modernismos e cinema 2" (2008).

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segunda-feira, março 26, 2012

Cinema em cruzamento

R. Janker, "Röntgentonfilm der Sprache" ("Filme Radiográfico Sonoro da Fala"), Röntgeninstitut der Chirurgischen Universitätsklinik Bonn, Hochschulfilm-Nr. C 150, 03:02 min., 1937 (Bundesarchiv, Abt. Filmarchiv)

Hoje, no Salão do Ar.Co da Rua de Santiago, em Lisboa, há cinema, a partir das 21 horas: primórdios deste novo olhar mecânico, revelador do invisível, modificador do tempo e do espaço, imagem cinética. Continua na próxima Quarta-Feira.

Estão todos convidados: ao contrário da sessão de 28 de Dezembro de 1895, no Salon Indien do Grand Café, em Paris, estas projecções não serão pagas pelos espectadores.

Uma entrada do ano lectivo anterior servirá de guia geral sobre o assunto: consultem-na.

Uma menção especial para o "Virtual Laboratory" do Max Planck Institut, de onde foi retirado o filme que ilustra esta entrada e que está cheio de textos e imagens de enorme utilidade para nós.

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quarta-feira, março 30, 2011

Hoje, no Ar.Co.: cinema e abstracção

Viking Eggeling, 4 desenhos para o filme Symphonie Diagonale, 1919-1920, Kunstmuseum Basel

Hoje, a partir das 21 horas, o segundo programa de "Cinema e Modernismos", dedicado à exploração da "abstracção" pelo cinema. Exploração pictórica, cinética e musical - para além de "propriamente" cinematográfica.

Para mais informação, comece-se pela entrada "Abstracção, movimento, música, máquina: cinema" e pelas etiquetas "Cinema" e "Abstracção". Uma lista geral de filmes e uma bibliografia nos Google Documents, no PDF "Cinema e Vanguardas", se bem que de âmbito mais alargado do que aquele que é explorado pela aula de hoje - havendo problemas no acesso ao Google Documents sugiro:
  • Se tiverem uma conta nos Google Documents, façam "log out" - provavelmente, será, também, necessário "limpar" a "cache" e os "cookies".
  • Se não conseguirem ver o documento "online", façam o "download", mesmo que não pretendam guardar o ficheiro.

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segunda-feira, março 21, 2011

Cinema nos Cruzamentos: hoje, a partir das 21:00 horas

Leitão de Barros (1896 - 1967), Lisboa, Crónica Anedótica, 1930, Portugal, fotograma da sequência inicial

No Ar.Co, em Lisboa, hoje o Salão torna-se cinema, a partir das 21 horas: primeiro programa dedicado à relação entre o cinema e as vanguardas. Para mais informação, consulte-se:
São todos bem vindos: alunos passados e presentes - e respectivos acompanhantes. E eventuais cinéfilos passeantes.

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quarta-feira, maio 26, 2010

Un chien and a loup

Luis Buñuel (1900-1983), Salvador Dalí (1904-1989), Un Chien Andalou, França, 1929

Le chien et le loup. Entre chien et loup.

Um dia, através dum republicano que conseguira passar as linhas, soubemos da morte de Lorca.

Pouco tempo antes de
Un chien andalou, uma desavença superficial separou-nos durante algum tempo. Depois, como andaluz susceptível que era, acreditou, ou fingiu acreditar, que o filme era contra ele. Dizia: "Buñuel fez um pequeno filme assim (e fazia um gesto com os dedos) que se chama Un chien andalou, e o cão sou eu."
Luis Buñuel, O Meu Último Suspiro, s.l., Distri Editora, s.d. [1983], pp. 170 - 171. Originalmente editado em francês: Mon Dernier Soupir, Paris, Éditions Robert Laffont, 1982


Gwynne Edwards, A Companion to Luís Buñuel, Woodbridge, Tamesis, 2005, pág. 24. "Clicar" na imagem permite aumentar-lhe o tamanho

Nos "Google Docs" dos Cruzamentos está disponível, em ficheiro PDF, o texto respeitante ao Chien Andalou: as pp. 112 a 123 de O Meu Último Suspiro.

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quarta-feira, maio 19, 2010

Cinema em cruzamento: hoje, no Ar.Co

Alan Schneider (1917-1984), Samuel Beckett (1906-1989), Film, 1965. Fotograma. Acessível na UbuWeb

Cinema, Dada e Surrealismo. Cinema e Construtivismo. Cinema, irracional, inconsciente, acaso, absurdo, piscanálise e fantástico. Cinema e "readymade". Cinema e sociedade. Cinema como trabalho. Cinema, matéria e ruído. Hoje. No Ar.Co: Rua de Santiago, nº 18, Lisboa. A partir das 21 horas.

Consulte-se a entrada "Cruzamentos Multimédia", de 2008, onde se encontrará uma filmografia semelhante à que hoje tentaremos encaixar nas duas horas de aula. A inflexão para questões mais perceptíveis no pós-guerra, como a incorporação de uma identidade sexual do artista, encontrar-se-á, se o tempo o permitir, nas obras de Maya Deren (1917-1961), Kenneth Anger (1927) e Jean Genet (1910-1986).

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segunda-feira, abril 12, 2010

Cinema abstracto: hoje, no Ar.Co

Norman McLaren Fiddle-De-Dee (fotograma), 1947

Cinema e abstracção. O cinema como pintura em movimento. Parente da música. Produção mecânica.

Hoje, no Ar.Co, a partir das 21 horas. Rua de Santiago, nº 18.

A entrada de 2009, "Abstracção, movimento, música, máquina: cinema", ainda é um bom guia para o tema, no que diz respeito a este "blog".

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segunda-feira, abril 05, 2010

Cinema e vanguardas: filmografia - 1900-1950

Dziga Vertov, O Homem da Máquina de Filmar, fotograma, 1929, U.R.S.S.


Já se encontra acessível "online" uma lista de filmes organizada sob o tema "Cinema e Vanguardas - 1900-1950", bem como um correspondente apoio bibliográfico. Filmes que foram ou serão apresentados nas aulas - e outros que não o serão, mas que possuem algum grau de relevância para o estudo dos modernismos, na primeira metade do século XX. As pontas ficam, propositadamente, descosidas para permitirem a ligação a momentos posteriores - e anteriores...

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quarta-feira, março 31, 2010

Europe Film Treasures


Destaque para "Europa Film Treasures": na barra de "links", à direita, no grupo "Multimédia, imagens em movimento, novos média".

Boa Páscoa.

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segunda-feira, março 22, 2010

Hoje: cinema no Ar.Co

Edwin S. Porter, The Great Train Robbery (fotograma), Edison Manufacturing Company (1903), The Library of Congress


Hoje há cinema no Ar.Co, em Lisboa, a partir das 21 horas. Procuraremos elementos próximos das vanguardas das duas primeiras décadas do século XX: expressionismos, cubismo e futurismo. Mas, para lá das etiquetas estilísticas, das legitimações teóricas, das pesquisas técnicas, do artístico ou não artístico, vamos em busca da fragmentação, da multiplicidade e da divergência, que temos vindo a seguir na pintura, escultura e arquitectura. O fascínio futurista pela cidade industrial e mecânica, espaço onde se cruzam divergências, conduzir-nos-á ao género cinematográfico das "Sinfonias Urbanas". E, antes de querer ser expressionista, cubista, futurista, ou qualquer coisa no meio, o cinema manifesta e gera uma nova relação da civilização industrial com o espaço e com o tempo - uma nova percepção: sobretudo através da montagem e dos "efeitos especiais".

Mais informações na etiqueta "Cinema" e, em especial, nas entradas "Espaço, tempo e cinema" (de 14 de Março de 2007), "Cinema, hoje, no Ar.Co, às 21 horas" (de 9 de Abril de 2008) e "Modernismos e cinema 1" (de 10 de Abril de 2008), onde se apresenta uma filmografia muito semelhante à que será seguida hoje.

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quarta-feira, abril 15, 2009

Abstracção, movimento, música, máquina: cinema


László Moholy-Nagy (1895-1946), Ein Lichtspiel. Schwarz-Weiss-Grau, 1930.

O cinema foi entendido, por vários criadores do primeiro quarto do século passado, como a possibilidade de realizar imagens em movimento com um valor inerente, isto é, que não estivessem ao serviço de uma narrativa. Imagens luminosas no plano da tela, do ecrã, movendo-se ritmicamente, registando, ou não, fragmentos da realidade pré-existente, reconhecíveis, ou não, de origem fotográfica - ou não. O cinema oferecia uma espécie de pintura em movimento, com elementos formais facilmente integráveis na tradição pictórica modernista (a bidimensionalidade da tela, a primazia dos valores luminosos, mas, também, as fragmentações, em sequência, através da montagem, e no plano, bem como uma visão mecânica e nova). Uma pintura que mexe é uma pintura com ritmo. Uma pintura com princípio, meio e fim é uma pintura com uma duração pré-determinada. Uma pintura rítmica que começa e acaba independentemente do nosso olhar é uma espécie de música.

Hoje, no sótão do Ar.Co, em Lisboa, a partir das 21 horas. Mais informação nas entradas anteriores dedicadas ao tema, sobretudo em "Abstracção e cinema: pintura em movimento, música visual" (2007) e "Modernismos e cinema 2" (2008).

O texto de Christine Noll Brinckmann, "Collective Movements and Solitary Thrusts: German Experimental Film 1920-1990", Millenium Film Journal, No. 30/31, Fall 1997, é mais um elemento a juntar à nossa bibliografia sobre o assunto.

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segunda-feira, março 23, 2009

Cinema: hoje, no Ar.Co

Georges Méliès, Un Homme de Têtes, 1898, fotograma


Vamos procurar, no cinema, sinais da fragmentação, multiplicidade e divergência que temos encontrado na pintura, na escultura e no discurso teórico ("tudo o que é sólido desfaz-se no ar"). Aproximaremos o cinema das correntes artísticas do princípio do século XX (expressionismos, cubismo e futurismo) e nele (no cinema) encontraremos elementos perturbadores da ordem espacio-temporal estabelecida. No sótão do Ar.Co, em Lisboa, a partir das 21 horas.

Mais informações na etiqueta "Cinema" e, em especial, nas entradas "Espaço, tempo e cinema" (de 14 de Março de 2007), "Cinema, hoje, no Ar.Co, às 21 horas" (de 9 de Abril de 2008) e "Modernismos e cinema 1" (de 10 de Abril de 2008), onde se apresenta uma filmografia muito semelhante à que será seguida hoje.

A ampliação cibernética da informação sobre Manhatta (1921) encontra-se na entrada ("post") "2 ou 3 sinfonias urbanas", referida na aula.

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quarta-feira, março 11, 2009

"Cercados de paredes de vidro"

Jacques Tati (Jacques Tatischeff, 1907-1982), Play Time, 1967, fotograma

A adorável 0- chegaria daí a uma hora. Sentia-me excitado. Ao chegar a casa, corri para o gabinete da vigilante, mostrei o bilhete cor-de-rosa e recebi um certificado que me conferia o Direito às Persianas. Só temos esse direito nos Dias Sexuais.
Normalmente, vivemos cada instante à vista de todos, sempre banhados em luz e cercados de paredes de vidro que parecem feitas de ar refulgente. Nada temos a esconder uns dos outros. Esta forma de viver, assim às claras, facilita a difícil e nobre missão dos guardas. É muito possível que as habitações opacas dos antigos estejam na origem da sua triste psicologia celular. "A minha (sic) casa é a minha fortaleza"... De facto, eles puxavam muito pelo miolo!
Ievegueni Zamiatine (1884-1937), Nós, Lisboa, Antígona, 1990, p. 27. O texto foi escrito, em russo, em 1920. Existe, "online", em versão integral, em inglês, idioma em que foi publicado em 1924.


Edward Hopper (1882–1967), Office in a Small City, 1953, óleo sobre tela, 71.1 x 101.6 cm, The Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque

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segunda-feira, junho 02, 2008

Cruzamentos multimédia

Jean Vigo, A Propos de Nice, França, 1930, fotograma

CINEMA E MATÉRIA: FILMOGRAFIA (por ordem cronológica)

1. Construtivismo
  • Jacob Protozanov, Aelita, URSS, 1924

  • Dziga Vertov, Человек с киноаппаратом - O Homem da Câmara de Filmar, URSS, 1929

  • László Moholy-Nagy, Lichtspiel: Schwartz-Weiß-Grau, Alemanha, 1930. Os Harvard University Art Museums oferecem, na excelente exposição "online" Extra Ordinary Every Day dedicada à Bauhaus (1919-1933), para além do filme de Moholy-Nagy, um video onde se vê o "Adereço de Luz para um Palco Eléctrico" a funcionar.


  • 2. Duchamp, Dada e Surrealismo
  • Man Ray, Le Retour à la Raison, França, 1923

  • Fernand Léger, Dudley Murphy, Ballet Mécanique, França, 1924

  • René Clair, Entr'Acte, França, 1923

  • Marcel Duchamp, Man Ray, Anémic Cinéma, França, 1926

  • Hans Richter, Vormittagsspuk, Alemanha, 1928

  • Germaine Dulac, La Coquille et le Clergyman, França, 1928

  • Man Ray, L'Étoile de Mer, França, 1928

  • Luis Buñuel, Salvador Dalí, Un Chien Andalou, França, 1929

  • Jean Vigo, A Propos de Nice, França, 1930

  • J.S. Watson Jr., Alec Wilder, Tomatos Another Day, EUA, 1930

  • Joseph Cornell, Lawrence Jordan, Thimble Theater, c.1938-1970


  • Quanto à música, consultem-se as entradas anteriores que dizem respeito ao tema:

  • Hoje: música nos "Cruzamentos" - dedicada aos futuristas e ao Ballet Mécanique de George Antheil.

  • Música, matéria e desordem: discografia (utilizada) - discografia, texto de Lyotard sobre Berio e alguns "links" (2006).

  • Notasomruído: música, matéria e desordem - discografia e links (2007).
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    segunda-feira, abril 14, 2008

    Modernismos e cinema 2

    Léopold Survage (1879-1968), Rythme Coloré: estudo para filme , 1913, aguarela e tinta sobre papel, 33 x 30.7 cm, MoMA, Nova Iorque

    O cinema continua nos Cruzamentos: hoje, a partir das 21 horas, na sala do Departamento de Fotografia (a confirmar) do Ar.Co, na Rua de Santiago, nº 18. Em projecção video.

    O programa 2 do tema Modernismos e cinema será dedicado à Abstracção e Cinema - Pintura em Movimento, Música Visual.

    O "link" do parágrafo anterior permite o acesso a uma selecção de filmes (2007) que será semelhante à da aula de hoje.

    Deverá consultar-se a muita e variada informação disponível na internet sobre o assunto, de que a lista apresentada serve de curto exemplo:

  • A coleccção de aguarelas do russo radicado em França, Léopold Survage (Leopoldij Lvovich Sturzwage), no MoMA: material para um dos primeiros filmes abstractos.

  • O manifesto The Futurist Cinema, tradução inglesa do texto original de F. T. Marinetti, Bruno Corra, Emilio Settimelli, Arnaldo Ginna, Giacomo Balla, Remo Chiti (15 de Novembro de 1916). O texto de Bruno Corra, Abstract Cinema, Chromatic Music, de 1912, também em tradução inglesa, na página de Mathias Fuchs (Salford University). Bruno Corra (1892-1976) é, com Survage, um dos pioneiros do cinema abstracto: no início dos anos de 1910, pintou directamente sobre a película - Survage pretendeu filmar aguarelas, que se sucederiam, em movimento, ao serem apresentadas cinematograficamente.

  • O material da exposição Visual Music, que esteve patente no Hirshhorn Museum, de 23 de Junho a 11 de Setembro de 2005.

  • O excelente resumo e guia para uma exploração do tema na internet, Colour and Sound - Visual Music (2002), por Maura McDonnell.

  • No iotaCenter, The Absolute Film, um texto de William Moritz.

  • A colecção de textos sobre o tema, no Rythmic Light, em pdf.

  • Um exemplo contemporâneo, com uma voltinha perversa (é feito a partir de um filme pornográfico): Tone Poem, de Marc Kremers, 2005.

  • Anton Giulio Bragaglia (1890-1960), Thais, 1916 (fotograma). Cenários de Enrico Prampolini (1894-1956)

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