Cruzamentos

quarta-feira, abril 16, 2008

Música e modernismos 1: atonalidade e abstracção

Anton Webern (1883-1945), Piano Variations, Op 27, 1936

Os Cruzamentos passam, hoje, uma selecção musical que pretende dar a conhecer a atonalidade: o que é tonal - o que é maior e menor? O que é atonal? Explora-se, a seguir, uma proposta de ligação entre a atonalidade musical e a não-figuração.

Sugere-se a consulta de entradas anteriores:

  • Abstracção e Tonalidade: os Conceitos - para compreender o vocabulário e enquadrar teoricamente o tema.

  • "Abstracção" e Atonalidade: Discografia (Utilizada) - que permite conhecer algumas obras exemplares, segundo um programa semelhante ao que será hoje apresentado. Oferece acesso "online" a algumas das obras, .

  • Os Cruzamentos, Hoje, Dão(-vos) Música - fornece material sobre a relação entre o músico Arnold Schönberg e o pintor Wassily Kandinsky.

  • Show Time - é uma entrada "miscelânea", que, para o que agora nos interessa, oferece links para explorar o conceito e a prática da tonalidade.

  • Música Abstracta: Hoje, no Ar.Co - fazia o ponto da situação, em 2007, quanto ao tema, neste "blog", e apresentava alguns "links" de interesse.
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    segunda-feira, maio 15, 2006

    "Abstracção" e atonalidade: discografia (utilizada)

    Anton Webern por Oskar Kokoschka

  • Johan Sebastian Bach (1685-1750), Aria das Variações Goldberg (BWV 988) (1741 (?)): versão em piano(forte) moderno, na interpretação de Glenn Gould (gravado em 1955 nos estúdios da Columbia). Incluída na colectânea Glenn Gould - Variações - O Melhor de Bach, Sony Music Entertainment.


  • Richard Wagner (1813-1883), Morte de Isolda (excerto), da ópera Tristão e Isolda (1865): Berliner Philarmoniker, dirigida por Rafael Kubelik (Deutsche Grammophon).


  • Kurt Weil (1900-1950), Surabaya Johnny, do musical Happy End (1929): interpretação de Lotte Lenya, Male Quartet and Orchestra (Friedrich Ebert Hall, Hamburgo, Julho de 1960). Letra de Bertold Brecht.


  • Arnold Schönberg (1874-1951), 2º andamento do Concerto para Piano e Orquestra (1942): Symphonie-Orchester des Bayerischen Rundfunks, dirigida por Rafael Kubelik com Alfred Brendel (piano). Polydor/Deutsche Grammophon (coleccção 20th Century Classics).


  • Anton Webern (1883-1945), 2º andamento da Sinfonia, op. 21 (1928): London Symphony Orchestra, dirigida por Pierre Boulez (gravada em Londres, Junho de 1969, no Banking Town Hall). Sony Classical. Em versão "RealPlayer" (.ram), no site da BBC (The Cleveland Orchestra, direcção de Christoph von Dohnányi, edição Decca).


  • Arnold Schönberg, séries de tons (Reihentabellen) e respectivos desenvolvimentos para o Concerto para Piano e Orquestra, op. 42 (1942), Arnold Schönberg Center, Wien (Nachlaß Arnold Schönberg, MS 46, Nr. 112)

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