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segunda-feira, abril 28, 2014
domingo, abril 14, 2013
Igor Stravinsky (1882-1971), Le sacre du printemps, Berlin, Edition Russe de Musique, 1921. Penn Libraries, Leopold Stokowski Collection of Scores, Ms. Coll. 350, Box 197. Partitura anotada pelo maestro Leopold Stokowski (1882-1977)
Question : Que pense Nietzsche par rapport à Wagner?
Gilles Deleuze: (...) Qu’est-ce que dit Nietzsche contre Wagner? Il dit que c’est de la musique aquatique, que ce n’est pas dansant du tout, que tout ça n’est pas de la musique mais de la morale, il dit que c’est plein de personnages: Lohengrin, Parsifal, et que ces personnages sont insupportables. Qu’est-ce qu’il veut dire presque implicitement? Il y a une certaine manière de concevoir le plan où vous trouverez toujours des formes en train de se développer, aussi riche que soit ce développement, et des sujets en train de se former. Si je reviens à la musique, je dis que Wagner renouvelle complètement le domaine des formes musicales, si renouvelé qu’il soit, il reste un certain thème du développement de la forme. Boulez a été un des premiers à souligner la prolifération de la forme, c’est par là qu’il fait honneur à Wagner, un mode de développement continu de la forme, ce qui est nouveau par rapport à avant, mais si nouveau que soit le mode de développement, il en reste un développement de la forme sonore. D[é]s lors, il y a nécessairement le corrélat, à savoir: le corrélat du développement de la forme sonore, c’est la formation du sujet. Lohengrin, Parsifal, les personnages wagnériens, c’est les personnages de l’apprentissage, c’est le fameux thème allemand de la formation. Il y a encore quelque chose de goethéen dans Wagner. Le plan d’organisation est défini par les deux coordonnées de développement de la forme sonore et de formation du sujet musical.
Cette disparition d’un apprentissage ou d’une éducation au profit d’un étalement des heccéités. Je crois que Nietzsche fait ça dans ses écritures. Quand il dit que la musique de Bizet c’est bien mieux que Wagner, il veut dire que dans la musique de Bizet, il y a quelque chose qui pointe et qui sera bien mieux réussi par Ravel ensuite, et ce quelque chose, c’est la libération des vitesses et des lenteurs musicales, c’est-à-dire ce qu’on appelait à la suite de Boulez la découverte d’un temps non pulsé, par opposition au temps pulsé du développement de la forme et de la formation du sujet. Un temps flottant, une ligne flottante.
(...)
Claire Parnet: On peut supposer que les devenirs les plus déterritorialisés sont toujours opérés par la voix. Berio.
Gilles Deleuze: Le cas Berio est très étonnant. Ça reviendrait à dire que le virtuose disparaît lorsque Richard invoque l’évolution machinique de la musique, et que, dès lors, le problème du devenir musical est beaucoup plus un problème de devenir moléculaire. On voit très bien que, au niveau de la musique électronique, ou de la musique de synthétiseur, le personnage du virtuose est, d’une certaine manière, dépossédé; ça n’empêche pas que dans une musique aussi moderne, celle de Berio, qui utilise tous ces procédés, il y a maintien des virtuoses et maintien d’une virtuosité vocale.
Richard Pinhas: Ça m’apparaît sous la forme d’une persistance d’un code, un code archaïque; ça rentre comme un élément dans la composition innovatrice de Berio. Il fait subir quand même un drôle de traitement à cette voix.
Gilles Deleuze: Je te donnerais raison parce que Berio insère toutes sortes de ritournelles. (...) La ritournelle c’est la territorialisation sonore par opposition à la musique en tant que musique qui est le processus, le procès de déterritorialisation. Or, de même qu’il y a des devenirs femme, des devenirs enfant, des devenirs animaux, il y a des devenirs peuples: c’est l’importance, dans la musique, de tous les thèmes folkloriques.
Gilles Deleuze (1925-1995), Cours Vincennes: sur la musique - 08/03/1977 (com tradução castelhana)
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segunda-feira, abril 30, 2012
Música e abstracção 1: os conceitos
Encontrar-se-á mais informação na entrada "Introdução à Teoria Musical" (15 de Abril de 2010) e, como de costume, nas etiquetas respectivas, neste caso particular sobretudo nas etiquetas "Música" e "Atonalidade".
Ao "software" sugerido na entrada de 2010, acrescento a sugestão de consulta do artigo "List of free software for audio" da Wikipedia. Dois programas merecem destaque:
O MuseSCore.
O OpenMusic, vasto projecto tutelado pelo I.R.C.A.M.
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quinta-feira, abril 15, 2010
Introdução à teoria musical
Aos elementos bibliográficos já facultados em entradas anteriores, juntem-se as obras citadas no PDF, o livro em epígrafe (o volume 3 da edição portuguesa da Enciclopédia Einaudi, s.l., Imprensa Nacional, s.d), bem como o livro mencionado na última aula: Frédéric Platzer, Compêndio de Música, Lisboa, Edições 70, s.d. Nas etiquetas "atonalidade" e "bibliografias" encontrar-se-ão mais informações.
O ficheiro PDF foi, entretanto, alterado, acrescentado de duas páginas que, por lapso, não tinham sido incluídas. Será, portanto, necessário proceder a nova consulta ou "download".
O programa informático Finale Reader é gratuito e permite ler partituras no formato utilizado pela família de programas Finale (.mus), bem como no mais universal MusicXML: permite ouvir (em versão MIDI) a música e segui-la na partitura. O Finale Reader existe em duas versões: para Mac e para Windows.
Bastante mais completos, também gratuitos, com algumas limitações se não forem comprados e registados (mas sem tempo limite de teste), os programas Melody Assistant e Harmony Assistant são alternativas com possibilidades de leitura de uma mais vasta gama de formatos (é possível abrir um ficheiro MIDI e vê-lo sob a forma de pauta) e que permitem escrever e guardar (é aqui que mais se fazem sentir as limitações das versões de teste) peças de música. Versões para Mac e Windows.
Vários sites disponibilizam, gratuitamente, partituras. Alguns exemplos:
- O indispensável Project Gutenberg tem, para além dos livros, escritos e falados, uma secção de partituras musicais.
- O International Music Score Library Project é um vasto manancial de partituras gratuitas, em vários formatos digitais.
- O Mutopia Project.
- A Muse Data.
- O "site" da Finale oferece um espaço de partilha de ficheiros legíveis pelo Finale Reader, onde qualquer compositor poderá publicar a sua música.
- O Internet Archive, também alberga algumas partituras em XML.
- Uma busca rápida pela internet revelará uma pluralidade de outros locais.
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quarta-feira, abril 22, 2009
Luigi Russolo (1885-1947), Music [/Música], 1911, óleo sobre tela, 225 x 140 cm, Estorick Collection, LondonÉ vasta a bibliografia sobre o assunto: gosto de usar dois livros editados em Portugal, um deles de autor português, muito fáceis, ainda (segundo creio), de encontrar. Refiro-me a:
- Fernando Lopes Graça, "Bases Teóricas da Música", Obras Literárias. Opúsculos (1), Lisboa, Editorial Caminho, s.d. [1984], pp. 11-134. O texto foi publicado, pela primeira vez, pela Biblioteca Cosmos, de Bento de Jesus Caraça, em 1944.
- Otto Károlyi, Introdução à Música, s.l., Publicações Europa-América, s.d. Trata-se de um texto de 1965.
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quarta-feira, abril 23, 2008
Tonal - Atonal: material de apoio
Um exemplo que tem sido usado pelos Cruzamentos: a "Aria" introdutória das "Variações Goldberg" (1741), de J. S. Bach (1685-1750) - pode seguir-se a partitura (é necessário clicar em "score" e, depois, em "Aria"), graças ao "BACH" (BinAural Collaborative Hypertext), um "software" que permite associar partituras com material sonoro (uma gravação mp3, por exemplo) e comentários escritos, tudo isto na net. Está aberto a qualquer utilizador, seja como "espectador" da análise, seja como criador de uma leitura analítica.
Outras obras musicais se poderão encontrar na "biblioteca" do BACH.
A San Francisco Symphony oferece, através do programa (televisivo) Keeping Score, uma análise da Sagração da Primavera (1913), de Igor Stravinsky (1882-1971). É possível seguir trechos da partitura, ouvir o comentário do maestro titular ("music director"), Michael Tilson Thomas, e aprofundar alguns dos assuntos (clicar em "Explore The Score"). A Sagração é uma obra que se expande para lá dos limites da tonalidade, recorrendo à tradição popular eslava e à politonalidade. Um escândalo célebre (clicar em "A Riotous Premiere").
Keeping Score oferece outras obras: a Sinfonia Nº 3 em Mi Bemol Maior (1804), de Beethoven (1770-1827), e uma panorâmica sobre a obra do compositor norte-americano Aaron Copland (1900-1990).
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quarta-feira, abril 16, 2008
Música e modernismos 1: atonalidade e abstracção
Sugere-se a consulta de entradas anteriores:
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sexta-feira, maio 18, 2007
Notasomruído: música, matéria e desordem
Marcel Duchamp, Erratum Musical, tal como surge na Green Box, 1934Crepitatore
Gorgoliatore
Ronzatore
Ululatore
No site luigi.russolo.free.fr, é feito o seguinte comentário:
"Se méfier des faux enregistrements. On retrouve sur plusieurs disques (dont le SUB ROSA CD012-19) un enregistrement intitulé "Risveglio di una Citta" d'une durée de 3'45". Il s'agit d'un pirate réalisé pendant la Biennale de Venise en 1977. La "musique" n'est qu'une démonstration des 6 bruiteurs de la fondation Russolo-Pratella enregistrée à leur insu".
Excerto da Sonata XIII (outra interpretação) na Cherry Red: no "pop-up" "275081.mp3" (atenção: não bloquear as "pop-up windows" no "browser")
Excerto de Sequenza III (outra interpretação) na Amazon: num "pop-up" (atenção: não bloquear as "pop-up windows" no "browser")
John Cage, Song Book - Volume II - Solos for Voice 59-92, New York, London, Frankfurt, Henmar Press inc., [1970]Etiquetas: Abstracção, Aleatório, Antheil, Atonalidade, Berio, Cage, Dada, Duchamp, Links, Matéria, Música, Readymade, Ruído, Russolo, Satie, Schwitters, Vanguardas, Varèse
quarta-feira, abril 11, 2007
Música abstracta: hoje, no Ar.Co
Arnold Schönberg, Vision (Augen), 1910, óleo sobre cartão, 25 x 16 cm, Arnold Schönberg Center, Viena, ÁustriaMúsica, hoje, 11 de Abril, a partir das 21:00 horas, no sótão do Ar.Co, no nº 18 da Rua de Santiago, em Lisboa.
Entradas ("posts") anteriores oferecem outras obras pictóricas de Schönberg e diverso material gráfico, ligações cibernéticas, informação sobre as relações pictorico-musicais entre Wassily Kandinsky e Arnold Schönberg, acesso a material sonoro, listas discográficas e apoio teórico. A etiqueta "Música" apresenta todas as entradas que contêm elementos sobre o tema, na generalidade.
O Arnold Schönberg Center tem muito material sobre o compositor austríaco no "You Tube".
Um bom "site" sobre tonalidade: The Tonal Centre (em inglês). Em português, na "Wikipédia": "Tonalidade" e "Música Tonal".
Um curso cibernético de teoria musical: em inglês e em tradução portuguesa (do brasil).
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quinta-feira, junho 01, 2006
Música, matéria e desordem: discografia (utilizada)
Edgar Varèse, diagrama para Poème Électronique (1957-58)"Luciano Berio (…) pertence ao movimento de acelerada desconstrução que assalta os princípios e níveis do discurso musical (…). Em Sequenza III não se contenta com o movimento crítico (desordem sonora na ordem musical) que referimos atrás. Prefere inverter os papéis, atribuindo à região musical um coeficiente elevado a uma organização secundária [a da ordem, a do ego, a da linguagem], enquanto a fala surge abalada até às suas raízes fonéticas pelo processo primário [o do inconsciente]", Jean-François Lyotard, "A Few Words to Sing" in Adam Krims (dir.), music/ideology. resisting the aesthetic, Amsterdam, G+B Arts International, s.d. [1998], pág. 17. Traduzido do inglês. As frases entre parêntesis rectos explicam conceitos e são acrescentadas ao texto original.
Edgar Varèse, Ionisation (1929-31), na UbuWeb. Com notas de audição em Edgar Varèse, Father of Electronic Music
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quarta-feira, maio 31, 2006
Hoje: música nos "Cruzamentos"
Luigi Russolo, fac simile do manifesto L'Art des Bruits de 11 de Março de 1913. Em imagem e em texto (francês e inglês), num site dedicado a Russolo. A música futurista no site Homolaicus e na webmagazine New Music Box. A música e os instrumentos de Luigi Russolo e outros sons futuristas podem ouvir-se, em amostra, no espaço dedicado ao CD Musica Futura - The Art Of Noises (Music & Words From The Italian Futurist Movement 1909-1935). Os manifestos futuristas e outra informação em The Niuean Pop Cultural Archive. Muita informação sobre o futurismo em Bob Osborne's Futurism and the Futurists.
Das "notas" (as 7+5 ou as 12) ao timbre, do som ao ruído: música, "matéria", desordem e "ready-made" em Pratella e Russolo, Satie, George Antheil, Varèse, Cage e Berio. A partir das 21:00, no Ar.Co.
George Antheil com máquina sonora (campaínhas e hélice) para a peça musical Ballet Mécanique. Mais material sobre Antheil (fotos, material sonoro) nos sites Other Minds e paristransatlantic magazine
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segunda-feira, maio 15, 2006
"Abstracção" e atonalidade: discografia (utilizada)
Anton Webern por Oskar Kokoschka
Arnold Schönberg, séries de tons (Reihentabellen) e respectivos desenvolvimentos para o Concerto para Piano e Orquestra, op. 42 (1942), Arnold Schönberg Center, Wien (Nachlaß Arnold Schönberg, MS 46, Nr. 112)Etiquetas: Abstracção, Atonalidade, Desenho, Kokoschka, Música, Schönberg, Vanguardas, Webern
quarta-feira, maio 10, 2006
"Abstracção" e atonalidade: os conceitos
1.1. TEMPERAMENTO: "arredondamento" de sustenidos e bemóis - uma oitava fica dividida em 12 notas separadas por intervalos absolutamente iguais (de meio tom).
Escala maior segundo várias "afinações": pitagórica (Idade Média), ptolomaica (séc. XV), temperamento mesotónico (séc. XVI), bom temperamento (séc. XVIII) e temperamento igual (em http://to-campos.planetaclix.pt/harmon/escalas.mid)
1.2. MODOS MAIORES (ex.: escala de Dó a dó) e MENORES (ex.: escala de Lá a lá): distingue-os a posição das notas separadas por apenas meio tom.
A verde o modelo dos modos maiores e a vermelho o modelo dos modos menores: os três pontos marcam a localização dos meios tons (a verde para o modo maior, a vermelho para o menor)1.3. TONALIDADE
1.3.1. Dó Maior: só se utilizam as "teclas brancas" do piano. MAS: igual a Lá menor?
1.3.2. Diferem na HIERARQUIZAÇÃO das notas:
Dó Maior dá maior importância ao Sol e ao Dó.
Lá Menor dá maior importância ao Mi e ao Lá.
São a DOMINANTE (5º grau da escala) e a TÓNICA (1º grau).
As escalas de Dó Maior, Lá menor e Lá Maior, seguidas da melodia da canção de Natal Stille Nacht de Franz Gruber.
Servem os exemplos para: distinguir o carácter sonoro próprio dos modos maiores / menores; ouvir a "adaptação" da escala de Lá ("naturalmente" menor) ao modo maior (pela subida de meio tom de todos os Fá, Dó e Sol, que se tornam, portanto, sustenidos); aplicar os conceitos de hierararquia, seguindo a dominante e a tónica, numa melodia em Dó Maior. Tónica (a verde) e dominante (a vermelho) estão marcadas na partitura seguinte (Stille Nacht / Noite Feliz).

Pauta e interpretação sonora das escalas e da canção utilizam o programa gratuito NotePad, da Finale, que permite escrever música, imprimi-la e ouvi-la: o Projecto Gutenberg possui partituras que é possível importar e, depois, ouvir com o NotePad, enquanto se segue a escrita musical.
1.4. CONSONÂNCIA (que soa "agradável") e DISSONÂNCIA (que soa "mal").
1.5. MELODIA (progressão DIACRÓNICA) e HARMONIA (apresentação SINCRÓNICA dos sons): HORIZONTAL (melodia) e VERTICAL (harmonia).
B. Deyries, D. Lemery, M. Sadler, História da Música em Banda Desenhada, Mem Martins, Terramar, s.d. (clicar na imagem aumenta-lhe as dimensões)2. DODECAFONISMO (ou SERIALISMO)
2.1. ATONALIDADE: abandono dos sistemas tonais - é difícil, ou impossível, dizer em que tonalidade (Dó Maior, por exemplo) está uma composição musical, ou uma passagem dessa composição.
2.1.2. Pode atingir-se a atonalidade através da utilização do CROMATISMO, da POLITONALIDADE, dos MODOS ARCAICOS, etc.
2.2. DODECAFONISMO: a NÃO REPETIÇÃO de nenhuma nota, antes da apresentação de todas as diferentes DOZE NOTAS admitidas (herdadas das escalas temperadas).
2.2.1. Resulta na TOTAL IGUALDADE dos doze tons: abandono da hierarquização.
2.3. "ABSTRACÇÃO" E DODECAFONISMO
2.3.1. CORTE COM O PASSADO.
2.3.2. REORGANIZAÇÃO DO MATERIAL sonoro, segundo nova categorização.
2.3.3. Dificuldade em RECONHECER.
2.3.4. Tendência para a DESCONTINUIDADE (dificuldade do auditor em antecipar, perda do centro tonal, etc. - por exemplo, a utilização da klangfarbenmelodie).
2.3.5. DESIERARQUIZAÇÃO.
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segunda-feira, maio 08, 2006
Os Cruzamentos, hoje, dão (-vos) música
Arnold Schönberg, Paisagem, óleo s/ cartão, 37 x 50 cm, Arnold Schönberg Center, Viena (propriedade da Belmont Music Publishers, Pacific Palisades, California)Porque gostaria tanto o Sr. Kandinsky (1866-1944) do Sr. Schönberg (1874-1951), no que era, aliás, retribuído? Será porque a "abstracção" anda próxima do atonalismo?
Arnold Schönberg, Suite für Klavier op. 25 (1921-23), primeiro esboço do Intermezzo (1921-23), Arnold Schönberg Center (Nachlaß Arnold Schönberg, MS 25, Nr. 27b), VienaCom audição, em "stream" (ASC Webradio), a partir desta página (4. Intermezzo: clicar no "cone" riscado). A Suite Para Piano, op. 25, está entre as primeiras obras onde Schönberg aplica o sistema dodecafónico, regulamentando a sua música atonal.
Wassily Kandinsky, Sem título ("Primeira Aguarela Abstracta"), datado 1910 (1913 ?), lápis, aguarela e tinta-da-china sobre papel, 49.6 x 64.8 cm, Centre Georges Pompidou, ParisMúsica tonal e atonal. Atonalismo dodecafónico em Schönberg e Webern. Atonalismo e "abstracção". Dodecafonismo, "abstracção" geométrica e "regresso(s) à ordem". Linhas com que a aula de hoje (e da próxima Quarta) se cose(m). Seguir-se-ão materiais de apoio e aprofundamento. Em (muito) breve.
Wassily Kandinsky, Composição 8 (Komposition 8), Julho 1923, óleo sobre tela, 140 x 201 cm, Solomon R. Guggenheim Museum, Nova IorqueEtiquetas: Abstracção, Atonalidade, Bibliografias, Kandinsky, Links, Música, Pintura, Schönberg, Vanguardas



