Cruzamentos

segunda-feira, julho 02, 2012

Vanguardas, Neo-Vanguardas e Transvanguardas na colecção

Lazar El Lissitzky (1890-1941), Estudo para Proun 1A (Proun S. K.). A Ponte, 1919, Museu Colecção Berardo, Belém. Fotografia de David Rato

Sexta-Feira próxima (dia 6 de Julho) visitaremos o Museu Colecção Berardo - caso haja participantes. Estão todos convidados: os alunos do último semestre, bem como os de outros semestres há mais tempo passados, os alunos dos "Cruzamentos", bem como os da "Arte Moderna", sózinhos ou acompanhados. 

É necessário que, havendo interessados, se inscrevam no "blog", usando a caixa de comentários: sugiram uma hora para a visita (entradas até às 18:30) e mantenham-se atentos a este "post". Sem inscrições, a visita não se fará. Se preferirem que os vossos comentários não sejam publicados, basta afirmarem-no no próprio comentário. Não hesitem em fazer qualquer outra sugestão.

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quinta-feira, abril 08, 2010

Georges Didi-Huberman no Instituto Franco-Português

Georges Didi-Huberman no Centre Georges Pompidou, em Paris, a 6 de Maio de 2009

Na próxima Quarta-Feira, 14 de Abril, Georges Didi-Huberman estará na Nova Livraria Francesa do Instituto Franco-Português, no nº 91 da Avenida Luís Bívar, em Lisboa, a partir das 18:30h. Mais informações poderão ser obtidas através do "site" da instituição ou do telefone (+351) 21 311 14 00. Um dos artigos de Didi-Huberman é mencionado numa das entradas de A Arte Moderna: "A Antiguidade como Bela Adormecida", dedicada ao "Renascimento".

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segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Novo semestre (Ar.Co, 2009 - 2010)

Kazimir Malevich (1878-1935), Composição Suprematista: Branco Sobre Branco, óleo sobre tela, 1918, 79,4 x 79,4 cm, Museum of Modern Art

O curso "Cruzamentos" dedica-se, exclusivamente, à arte do século XX. O que não é, em absoluto, verdadeiro, porque começaremos por procurar no século anterior, o XIX, o início de transformações, patentes em objectos, imagens, acções e em construções teóricas, que manifestam uma reorganização de elementos já equacionados pela tradição e a introdução de outros, novos. Começaremos por tomar como divisa a afirmação de Marx e Engels no Manifesto Comunista de 1848: "tudo o que é sólido se desfaz no ar", seguindo a tradução inglesa de 1888. O século XXI é a meta e o ponto de vista teórico do curso: é a partir daqui que se olha, que se pensa, que se nomeia, que se problematiza.

A pintura e a escultura, confrontar-se-ão - cruzar-se-ão - com a arquitectura, o cinema, a música, a instalação, a performance, o vídeo e as imagens digitais, e, eventualmente, com a literatura, o teatro e a dança. As Belas-Artes encontrar-se-ão com a cultura de massas e com a produção industrial. A nostalgia do passado com as miragens do futuro.

As indicações bibliográficas serão fornecidas ao longo do curso, mas encontrar-se-á um apoio bibliográfico, largamente cibernético, através da "Bibliocibergrafia" (na barra de "links" - a coluna da direita) e da etiqueta Bibliografias. Na etiqueta Semestre (na barra de "links") podem encontrar-se mais esclarecimentos sobre o curso. Recomenda-se a familiarização com a barra lateral de "links" e as visitas regulares aos "blogs" "Cruzamentos" e "A Arte Moderna", bem como ao Centro de Documentação (uma biblioteca que não tem só livros) do Ar.Co, recentemente viajado para as instalações de Almada.

As aulas dedicadas à apresentação de material audiovisual (cinema, vídeo, música) serão, tanto quanto possível, anunciadas com antecedência.

O curso decorrerá no número 18 da Rua de Santiago, em Lisboa, das 21 às 23 horas. 64 horas lectivas; 100 créditos. De 22 de Fevereiro a 23 de Junho de 2010.

Robert Rauschenberg (1925-2008), Erased de Kooning Drawing, 1953, 64,14 cm x 55.25 cm x 1,27 cm, SFMOMA

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quarta-feira, março 04, 2009

O futuro fez 100 anos

Robert Zemeckis (1951), Back to the Future, 1985

As Stringa observes, newspapers in Milan and Rome declined to publish the manifesto [del Futurismo], although a lengthy critical review appeared in the Milanese Perseveranza (19 February). While a more amicable if ironic response, written by a woman after the publication of the manifesto and prologue in Le Figaro, appeared in Rome's La Tribuna (15 March). The manifesto was initially printed as a flyer in Italian and French and translated into other languages for publication by particular journals and newspapers, often to be re-published in Poesia for the widest possible diffusion. For example, the English translation of the manifesto, without the prologue, first appeared in the Daily Telegraph and The Sun (New York), and was reprinted in Poesia 5 (April-July 1919). Similarly, several Spanish translations appeared, in EI Liberal (Madrid), La Nación (Buenos Aires), and EI Diario Español (Buenos Aires), while German translations were published in the Kölnische Zeitung, Frankfurter Zeitung, and Vossische Zeitung (Berlin); these were also reprinted in the April-July 1909 issue of Poesia. The Portuguese version appeared on 5 August 1909 in Diário dos Açores accompanied by an interview with Marinetti. The Russian version, including the prologue, appeared on 8 March 1909 in the daily Vecer. The Japanese journal Subaru referred to the manifesto in May 1909. For reproductions of some of these translations, see Jean-Pierre A. de Villers, Le premier manifeste du futurisme, édition critique avec, en fac-similé, le manuscrit original de F. T. Marinetti (Ottawa: Editions de L'Université d'Ottawa, 1986), 105-39.

Christine Poggi, Inventing Futurism: The Art and Politics of Artificial Optimism, Princeton, Princeton University Press, 2008, nota 14, p. 275


Gabriel Danunzio, que vivia na província dos Abrusios na Itália, n'algumas das suas peças e nos seus romances reproduz a alma popular nas violências e nas suas aberrações sentimentaes; Luiz Francisco [Bicudo], que também percorreu a Itália e estudou lá a poesia contemporânea, que lhe despertou o interesse de escrever para o "Diário dos Açores" uma critica sobre a obra de Marinetti, o poeta da Revista "O Futurismo" em que é cantado o sport, as obras grandiosas, o despreso pela mulher, os meios modernos de transporte, não deixou de despertar um certo interesse no Doutor formado em direito pela Universidade de Coimbra, que pensava agora na Ilha ás horas d'ocio a estudar o que mais poderia interessar a litteratura michaelense.

A. J. C., "O Dr. Luiz Francisco Rebello Bicudo e a Literatura Contemporânea", Revista Michaelense, Ano 3º, nº 3, Novembro, 1926, p. 892


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quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Cruzamentos

Sean Scully (1945), Gray Robe, 2008, aguatinta, 55 x 50cm.

Iniciar-se-à, hoje, às 21 horas, um novo semestre do curso "Cruzamentos". No sótão do Ar.Co, no número 18 da Rua de Santiago, em Lisboa, às Segundas e Quartas, entre as 21 e as 23 horas. De 25 de Fevereiro a 24 de Junho de 2009; 64 horas lectivas.

Na etiqueta Semestre (na barra de "links", a coluna da direita) podem encontrar-se esclarecimentos sobre o curso. A secção Bibliocibergrafia, na coluna à direita, bem como a etiqueta Bibliografias, oferecem um apoio bibliográfico, em grande parte dos casos acessível através da internet.

Recomenda-se a familiarização com a barra lateral de "links" e as visitas regulares ao "blog" do curso "A Arte Moderna" e ao Centro de Documentação (uma biblioteca que não tem só livros) do Ar.Co.

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sexta-feira, novembro 28, 2008

The power 100

Hans Haacke, Hommage à Marcel Broodthaers, instalação, 1982 (pormenor)

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segunda-feira, novembro 24, 2008

Life : uma revista

Fotografia de Martha Holmes para a revista Life, 1949, identificada como "Painter Jackson Pollock (L) looking at drawings with unidentified woman"- noutro local, a identificação é mais específica: "(L-R) Jackson Pollock w. Long Island neighbor, amateur artist Mary Monteverdi, looking over her works". É difícil não pensar em Sam Marlowe, o pintor abstracto de The Trouble with Harry (Alfred Hitchcock, 1955) e na sua rural "art dealer" que acumula funções de proprietária da mercearia e de mãe do chefe da polícia.

O espólio fotográfico da extinta revista Life ([1883-]1936-2007) foi digitalizado pelo Google e oferece um enorme conjunto de imagens, com início na década de 1860 (abundante em cenas da Guerra Civil norte-americana). O "link" permanente para as imagens da Life passa a estar disponível nas barras laterais (à direita) de A Arte Moderna e dos Cruzamentos (secção "Imagens").

Fotografia de Martha Holmes, 1949, identificada como "Painter Jackson Pollock (C) visiting with guests"

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segunda-feira, julho 21, 2008

Leituras de Verão

Gravura em Luis de Oviedo, Methodo de la Coleccion y Reposicion de las Medicinas Simples, Madrid, Luis Sanchez, 1595

O Google permite, através do serviço "Book Search", constituir uma biblioteca pessoal (mediante registo, através de email+password), a partir dos milhões (?) de títulos digitalizados pela empresa: alguns desses títulos não são folheáveis ("No preview available", "Snippet view"), outros são-no parcialmente ("Limited preview") e outros são-no inteiramente ("Full view") e alguns (muitos!) até podem ser descarregados ("download") para o nosso disco rígido. Convido-vos a visitar a minha biblioteca pessoal, acrescentada de etiquetas e de notas. O recurso de busca 'Search "Tower of Googel's library"' permite procurar qualquer palavra ou frase em qualquer livro da biblioteca. Ofereço-vos, como exemplo, os livros etiquetados "Art". Para terem acesso a toda a biblioteca, basta clicarem em "Books in Tower of Googel's library", no topo da coluna da esquerda.

Juntámos mais uma revista de arte "online" à nossa barra de "links": a Modernism, especializada em "design". Para a consultarem (gratuitamente) "online" têm, apenas, de facultar um "email". A consulta cibernética (através do Yudu) inclui a possibilidade de descarregar (fazer o "download" de) a revista.

Tenham umas boas férias.

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sexta-feira, maio 16, 2008

Duchamp, Man Ray, Picabia

Duchamp Bicycle Wheel Miniature (£55.00 Out of stock)

Até ao dia 26 de Maio, é possível visitar a exposição "Duchamp, Man Ray, Picabia", na Tate Modern, em Londres (21 de Fevereiro - 26 de Maio de 2008). O excelente "site" da Tate oferece vários materiais para conhecer melhor o assunto: explorem-nos.

Outra grande exposição é a que o Met de Nova Iorque dedica a Gustave Courbet (1819–1877). O(s) modernismo(s) nas suas origens. De 27 de Fevereiro a 18 de Maio de 2008.

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quarta-feira, abril 30, 2008

Malevich, o arquitecto Häring, o museu e os herdeiros

Kazimir Malevich (1878 - 1935), Realismo Pictórico de um Jogador de Futebol, 1915, óleo sobre tela, 70 x 44 cm. Colecção Herdeiros de Malevich


Settlement regarding the Malevich collection
24.04.08
Longstanding dispute between the City of Amsterdam and the Heirs of Malevich concerning the Malevich collection that has been in the Stedelijk Museum since 1958 has been finally resolved.
When the Stedelijk Museum exhibited fourteen works of Malevich in the United States of America in 2003-2004, the Heirs of Malevich claimed ownership of them before a United States Court. The amicable settlement that has been reached concerns not only the fourteen works that were the subject of the US action, but covers the entire group of Malevich works in the City’s collection. Pursuant to the settlement, the artist’s descendants will receive five important paintings from the City’s collection, the remaining works in the collection will remain with the City, and the Heirs’ U.S. action will be permanently withdrawn.

Click here for the five paintings>>

This will end the longstanding dispute between the City and the Heirs that began in the 1990’s after the fall of the Iron Curtain. The City has always held the view that it acquired the collection properly and honorably in 1958. The Heirs contest this; in their view the selling party, Dr. H. Häring, had no right and was not entitled to sell the artist’s works.

In reaching this historic settlement, the City and the Heirs strived for a resolution that honors the selection by Malevich himself of the artworks, preserves the collection as his remaining legacy, acknowledges the historical developments and circumstances that prevented Malevich from returning to Berlin and to his artworks after he was called back to the Soviet Union in 1927, and respects and acknowledges the legacy of the Heirs.

The City and the Heirs agree that the amicable settlement achieves these objectives and settles all questions as to the title to the collection. The City acknowledges that the Heirs have title to the five paintings being transferred to them, and the Heirs acknowledge that the City has title to the works in the collection remaining with the City. The City has given these works on a long term loan to the Stedelijk Museum Amsterdam.

The Mayor of Amsterdam, Job Cohen, said of the settlement: “The Museum works remaining with the City will continue to be open to the general public and available for research as an ensemble through its presence in the Stedelijk Museum Amsterdam. The role of Malevich as a pioneer of modern and contemporary art is optimally visible in the context of the collection of modern art of the Stedelijk Museum Amsterdam. Therefore, as of December 2009, the artworks of Malevich will be given a place of honour in the reopened Stedelijk Museum Amsterdam.”

The Heirs, commenting on the settlement through a spokesperson, said: “It is a tribute to all of the parties that we were able to find a fair solution to such a complicated problem. The Malevich family is gratified that this matter has been resolved in a way that acknowledges Malevich’s legacy and his contributions to the history of 20th century art, keeps a representative portion of the collection together on public display for all to see and cherish, and provides us with a representative group of five noteworthy works by our noted ancestor.”


Quanto ao acordo do MoMA, poderá consultar-se este curto artigo da revista Art in America que explica as circunstâncias em que cerca de 70 quadros de Malevich foram confiados ao arquitecto alemão Hugo Häring.

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segunda-feira, março 03, 2008

Cruzamentos em 2008

Marcel Broodthaers (1924-1976), Journal d'un Voyage Utopique, 1973, offset, tinta sobre papel, 51 x 38 cm (cada um dos elementos do díptico)


Inicia-se, hoje, um novo semestre do curso "Cruzamentos". No sótão do Ar.Co, no número 18 da Rua de Santiago, em Lisboa, às Segundas e Quartas, entre as 21 e as 23 horas. De 3 de Março a 25 de Junho de 2008; 64 horas lectivas.

O curso irá atravessar diferentes práticas artísticas contemporâneas, procurando ligações entre a pintura, a escultura, a arquitectura, o design, a música, a fotografia, o cinema e o video - com esporádicas e eventuais incursões pela literatura, a dança e o teatro. Procurar-se-á que as ligações estabelecidas sejam, em primeiro lugar, relevantes para a compreensão de um período de tempo específico.

Recomenda-se a familiarização com a barra lateral de "links" e a visita ao "blog" do curso "A Arte Moderna".

A bibliografia irá sendo referida ao longo do semestre. Deverá, no entanto, consultar-se a bibligrafia do (outro) curso "A Arte Moderna", a etiqueta "bibliografias" (ver a barra lateral de links) e alguns recursos cibernéticos:

  • Donald Kuspit, A Critical History of 20th-Century Art, Artnet, 2005-06

  • Catherine Costes, Un Dialogue Féccond, SCÉRÉN

  • From Here To Modernity, BBC/The Open University

  • Nos Dossiers Pédagogiques, do Centre Pompidou, encontra-se muita informação relevante (em francês e em inglês). Seleccionei alguns dos dossiês e apresento-os em três grupos:

  • 1) Alguns dos movimentos artísticos do século XX:

    Le Cubisme

    Futurisme, Rayonnisme, Orphisme

    La naissance de l'art abstrait

    Dada

    L'Art surréaliste

    La Révolution surréaliste

    Pop Art

    Le Nouveau Réalisme

    Le Minimalisme

    L'Antiforme

    Arte Povera

    Art conceptuel

    Le mouvement des images

    Sons & lumières. Une histoire du son dans l'art du 20e siècle

    Tendances de la photographie contemporaine

    Africa Remix. L'art contemporain d'un continent

    2) Alguns temas mais abrangentes e de interesse mais directo para o curso:

    Les oeuvres et leur contexte. 1906-1960

    Où en est la peinture ? De 1960 à aujourd'hui

    Big Bang. Dossier Subversion

    Le corps dans l'oeuvre

    L'objet dans l'art du XXe siècle

    L'oeuvre et son espace

    A la frontière du design et des arts plastiques

    Statut et Pouvoirs du Narrateur - Cinéma

    Pour une chorégraphie des regards - Danse contemporaine

    3) Alguns personagens da cultura contemporânea:

    Pablo Picasso


    Vassily Kandinsky

    Constantin Brancusi

    Marcel Duchamp

    Luis Buñuel - Un Chien Andalou

    Alberto Giacometti


    Jean Dubuffet

    Robert Rauschenberg

    Yves Klein

    Samuel Beckett

    Roland Barthes


    Richard Rogers

    Jean-Luc Godard


    Victor Erice - Abbas Kiarostami (correspondência)

    Philippe Starck


  • O "blog" do departamento de Cinema/Imagem em Movimento do Ar.Co. oferece uma excelente colecção de textos teóricos que deve ser explorada.

  • Imprescindível será a visita ao C.D. do Ar.Co. (o Centro de Documentação) e a consulta dos vários materiais aí disponíveis, em livros, periódicos, CDs, DVDs e outros formatos.

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    terça-feira, julho 24, 2007

    Peep Show: o filme

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    terça-feira, julho 17, 2007

    Le musée des surréalistes

    Musée du Quai Branly, "Programmes Interactifs"



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    quinta-feira, junho 21, 2007

    Kassel e Veneza em Setembro


    "Alguns alunos da Pintura 3 estão a tentar organizar uma viagem à Documenta de Kassel 2007 e à Bienal de Veneza entre os dias 1 e 9 de Setembro próximo. Como quanto mais pessoas forem mais barata fica a viagem (que já está a ser programada por duas agências) agradeciamos que caso esteja interessado(a) nos responda para este email, a fim de se poder ter uma estimativa de preços".
    Luísa Neves (Secretaria da Direcção)

    Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual
    Rua de Santiago, 18
    1100-494 Lisboa

    www.arco.pt
    luisaneves@arco.pt
    Tel. 218 880 137
    Fax: 218 870 261

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    terça-feira, abril 17, 2007

    Show time

    Guy Debord, La Société du Spectacle (fotogramas), 1973, p/b, 35 mm, 90 min.

    A recente disponibilização, para exibição pública, da obra cinematográfica do teórico francês Guy Debord (1931-1994), tem vindo a gerar ciclos de cinema, exposições e conferências por todo o mundo. No passado fim-de-semana foi a vez da Culturgest de Lisboa. No Museum Tinguely, em Basileia, iniciou-se (de 4 de Abril a 5 de Agosto) uma exposição sobre a Internacional Situacionista, grupo de que Debord fez parte. É possível encontrar, "online", diversos textos importantes e/ou didácticos sobre o assunto:

  • No nº 115 da revista October (MIT), mediante registo (e, eventualmente, assinatura ou Pay Per Article).
  • Na Artforum, mediante registo.
  • No site austríaco Medienkunstnetz.

  • Muitos textos da Internacional Situacionista têm versão cibernética: no Infokiosques, em du mauvais côté, na Situationist International Text Library e no site situationist international online. Muito material na UbuWeb, nomeadamente vários filmes de Debord, em "reprodução" vídeo. Os filmes também se podem encontrar no site Acte-Gratuit.

    Na sequência da aula sobre o dodecafonismo, apresento o Matrix Generator, referido na última aula (16/4): ideal para brincar aos compositores seriais e/ou para as mentes mais matemáticas.
    Outra brincadeira divertida, musical e matemática: o programa Chord Geometries, de Dmitri Tymoczko.

    Não esquecer a história do duchampiano urinol, acessível numa entrada anterior.

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    quarta-feira, março 07, 2007

    Vanguardas soviéticas na Cinemateca

    Cartaz de Izrail Bograd (1899 - 1938 (?)) para o filme Aelita (1924) de Yakov Protazanov (1881 - 1945). Os cenários e figurinos do filme foram concebidos por Alexandra Exter (1882 - 1949)

    As ilusões e desilusões das vanguardas cinematográficas soviéticas em breve revisão na Cinemateca Portuguesa, durante o mês de Março, sempre às 15:30.

    Outras vanguardas e experimentalismos, em Março, na Cinemateca: de Lonesome (1928), de Paul Fejos (Sábado, 10), de Scherben (1921), de Lupu Pyck (Sábado, 24), e de Kuhle Wampe (1932), de Slatan Dudow, com argumento original de Bertolt Brecht (Sábado 17), às experiências da Zanzibar Films, na esteira do Maio de 68 (ainda é possível ver dois filmes de Serge Bard e um de Philippe Garrel, dias 7, 9 e 12) - passando pelos Dreams That Money Can Buy (1947), de Hans Richter (Sábado, 24), pelos filmes de Luis Buñuel, de Jean-Luc Godard e de Marco Ferreri. Ao lado do ruído de velhas e novas vanguardas, as austeridades de Rossellini e de Bresson não deixaram de fornecer materiais e exemplos a caminhos mais radicalmente experimentais - caminhos por onde também tem andado Manoel de Oliveira, agora a antestrear, em Portugal, uma nova obra (Belle Toujours). O programa é consultável no "site" da Cinemateca.

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    quarta-feira, fevereiro 28, 2007

    Plus d'excuses


    A revista do Palais de Tokyo, dinâmico pólo artístico parisiense "fundado" (1999) pelo "inventor" dos "Nouveaux Réalistes", o recentemente falecido Pierre Restany (1930 - 2003), tem, a partir de agora, o seu primeiro (e penúltimo) número disponível "online" (pdf): faz prever que, com a saída de cada novo exemplar, o anterior passe a estar acessível, na íntegra, pela internet. O "link" já está na barra de links (em "Imprensa"), à direita: leva-nos a uma encruzilhada pouco bonita - na mais sedutora página do mais recente número há a possibilidade de escolher o acesso cibernético ao anterior.

    Outras instituições museológicas oferecem revistas "online": uma das melhores, e imediatamente disponível pela net, é a da Tate: a TATE ETC.

    Recentemente acrescentada à barra de "links" foi, também, a edição electrónica dos Cahiers du Cinéma.

    Existem outras novidades em relação ao ano anterior: procurem-nas.

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    segunda-feira, fevereiro 26, 2007

    Making Sense?

    Alfred Hitchcock/Saul Bass, genérico inicial de Vertigo (fotograma), 1958

    Dar sentido à "Arte Moderna"? Parece-me mais interessante fazer dela um motor de interrogações. Uma vertigem, portanto.

    Inicia-se, hoje, mais um semestre do curso "Cruzamentos" que convocará o cinema, a música e a arquitectura (eventualmente, a literatura e a dança) para pensar a arte contemporânea. Este ano procuraremos focar o curso na segunda metade do século XX - com incursões pelos antes e os depois.

    Segundas e Quartas, entre as 21 e as 23 horas, no Ar.Co do número 18 da Rua de Santiago, em Lisboa.

    Jackson Pollock (1912-1956), Reflection of the Big Dipper, 1947, Stedelijk Museum, Amsterdam

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    quarta-feira, junho 28, 2006

    Stand by

    Making Sense of Modern Art, SFMOMA

    Com o fim deste curso (2006), o blog dos Cruzamentos ganhará um ritmo mais lento e/ou irregular.

    Como trabalho de casa ou para quem não veio tanto quanto queria ou não entrou no ritmo do curso, fica o Making Sense of Modern Art, do MoMA: uma revisão da matéria, cibernética e em tom de jogo de computador.

    Os trabalhos em vídeo e o registo das efémeras performances podem ser vistos nos links ("Multimédia, Imagens em Movimento, Novos Média"), especialmente na MedienKunstNetz e no Video Data Bank. A Tate, através do magazine online ETC., oferece uma história da utilização artística do recente suporte no "Video History Project" - que inclui entrevistas com alguns dos protagonistas. Os "Online Projects" do MoMA não incluem apenas projectos pedagógicos (como o dedicado às Demoiselles d'Avignon, de Picasso), mas também trabalhos de artistas, especificamente concebidos para a net: um bom exemplo é TimeStream (2001), de Tony Oursler.

    O blog muda de ritmo (e poderá parar temporariamente), mas não fecha: continuem atentos a novos materiais e intervenham com os vossos comentários.

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    dada

    Max Ernst (1891-1976), The Little Tear Gland That Says Tic Tac, 1920, gouache, lápis e tinta sobre papel de parede, montado em madeira, com inscrição a tinta, 36.2 x 25.4 cm

    Grande exposição sobre o(s) movimento(s) dada no MoMA (18 de Junho a 11 de Setembro), depois da National Gallery of Art (encerrou em Maio) e do Centre Pompidou (encerrada em Janeiro). Boas apresentações online. O MoMA inclui a exibição de filmes.

    Vale muito a pena uma ida ao Red Studio, ainda do MoMA.

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